O coração humano projeta o caminho, mas é o SENHOR quem dirige os passos. Provérbios 16-9
.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

OS sapinhos


Era uma vez um grupo de sapinhos que organizaram uma competição.
O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.

 Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...

A corrida começou...

 Sinceramente:
Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão
 pequenos pudessem chegar ao topo da torre.

Eles diziam coisas como:
"Oh, é difícil DEMAIS!!
Eles NUNCA vão chegar ao topo."

ou:

"Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!"

Os sapinhos começaram a cair. Um por um...
... Só alguns poucos continuaram a subir mais e mais alto...

A multidão continuava a gritar:
"É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!"

Outros sapinhos se cansaram e desistiram...

...Mas UM continuou a subir, e a subir...
Este não desistia! 

No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre.
 Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!

Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu?

Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo?

E o resultado foi…

Que o sapinho campeão era SURDO!!!!

A moral da estória é:

Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. 
Aqueles que você tem no coração!
 Sempre se lembre do poder das palavras.
Porque tudo o que você ouvir e ler irá afetar suas ações!

 Portanto:
  Seja SEMPRE…POSITIVO!

E acima de tudo:

Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos!

Sempre pense:
Eu POSSO fazer isso! Eu vou conseguir isso!!!
Tudo posso NAQUELE que me fortalece!!!



Fonte: Internet

ONCOPLÀTICA tem papel importante na restituição da autoestima

Câncer de mama

A cirurgia plástica de reconstrução da mama caminha para ser INCORPORADA AO PROTOCOLO de tratamento global do câncer, assim como a quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia.
O diagnóstico do câncer de mama causa grande fragilidade emocional, pois seu tratamento cirúrgico, que seja para remoção de tumores iniciais como ocorre na cirurgia conservadora da mama ou para tumores maiores, como nas situações de mastectomias (retirada da mama), provoca alterações físicas visíveis que afetam fortemente a auto estima feminina.
De acordo com a avaliação do médico Alexandre Mendonça Munhoz, especialista em cirurgia plástica de mama e membro especialista e titular da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica), a cirurgia plástica de reconstrução da mama apresenta atualmente importante papel no contexto do tratamento global da patologia no que tange ao bem- estar e à qualidade de vida emocional e social dessas pacientes.
Um estudo publicado pela Universidade de Michigan, nos EUA, em 2008 avaliou o impacto do resultado estético após o câncer de mama na qualidade de vida de pacientes. Em uma análise que envolveu 12 centros nos EUA e mais de 23 equipes de cirurgia plástica diferentes, foram avaliados aspectos relacionados à satisfação corporal, depressão, medo de recorrência e alteração na percepção da saúde.
"Por meio da utilização de escalas, os pesquisadores observaram que pacientes com assimetria mamaria após o tratamento do câncer apresentaram piores índices de contentamento e maior incidência de depressão do que as pacientes com mamas simétricas e submetidas a técnicas de reconstrução. Desta forma, nos tempos atuais, mastologia e cirurgia plástica devem caminhar juntas, uma vez que os benefícios da oncoplastica à imagem corporal, com ausência de mutilação, têm impacto positivo na qualidade de vida e na reabilitação psicossocial após o tratamento da doença, afirma Munhoz.

Fonte: Suplemento do Jornal de Piracicaba - Bem Viver

domingo, 21 de agosto de 2011

Pensando em voz alta...

Passar pela experiência de ter um câncer é coisa pra gigante.
Falo pro Ricardo que embora a doença e os terríveis sintomas da quimioterapia estejam  nele, em casa, "por tabela" todos nós adoecemos juntos, simplesmente pelo fato de que o amamos de verdade, e não somos indiferentes a tudo o que ele esta passando.

Então eu como esposa acompanho passo a passo tudo o que ele sente e sofre, e nosso filho, que acompanhou a fase mais difícil do tratamento (pois estava de ferias escolar), hoje se alegra com tanta melhora.

Não foi fácil receber o diagnóstico e escutar da médica que seus dias estavam "contados" que o tratamento seria iniciado mas que as chances de cura eram inexistentes...

Não foi fácil ver meu marido que trabalhou a vida inteira no auge dos seus 40 anos, a onde tudo estava finalmente dando certo,  nossos sonhos estavam se realizando, ter que enfrentar uma fila de INSS para dar entrada no "auxilio doença" ...

Não foi fácil ver o desespero e o medo que ele enfrentou até que o tratamento começasse,  e muito menos ver o sofrimento dele depois da primeira quimioterapia. Me lembro que brinquei com a médica quando ele foi fazer a 1/2 sessão depois de uma semana da primeira, dizendo que:  "A primeira quimioterapia a gente nunca esquece", porque os sintomas é algo inexplicável...

Não é fácil ver sua reação, quando estou fazendo planos e ele muitas vezes meio deprimido, me diz que não sabe do dia do amanhã...

A sensação que tenho é que estamos com uma arma apontada na cabeça e que vai disparar a qualquer momento. Então o que tento fazer é transformar todo seu sofrimento, medos e dúvidas em esperança, e mostrar a ele quanta vitória já conseguimos e quantas ainda mais DEUS nos reserva,

Essa semana fomos a missa. Na entrada estava uma senhora com uma cestinha na mão com mensagens bíblicas, o Ricardo pegou essa:

EIS MEU SERVO QUE EU AMPARO, MEU ELEITO AO QUAL DOU MINHA AFEIÇÃO (Is.42,1)

É por tudo isso e por muito mais que tenho certeza que iremos vencer, que DEUS nos reserva muitos e muitos anos de vida e que vamos voltar a sonhar e principalmente a realizar tudo o que ainda nos espera. Entregamos nossas vidas ao Senhor e Ele jamais deixa de atender um pedido de seu filho...

Hoje sem dúvida o que nos mantém firmes é a FÉ e a esperança no DEUS que servimos.

sábado, 20 de agosto de 2011

Uma maneira saudável de VIVER o câncer

Raramente nos perguntamos o que podemos tirar de bom da experiência de se ter um câncer. Quando recebemos o diagnóstico da doença, experimentamos uma série de sensações: angustia, desespero, tristeza, stress e até mesmo revolta - porque isso foi acontecer justo comigo? E agora? Somos tomados por um sentimento  de perda que na verdade não sabemos onde começa e quando vai terminar. Nesses momentos, esquecemos que somos seres humanos cheios de habilidades, e que, dentro de nós existe uma capacidade natural de "aprender a evoluir". Para a psicóloga Mariana Lima, da Oncomed BH, esse possível inimigo, o câncer, traz consigo um potencial de ampliar essa nossa capacidade,e pode, assim, transformar essa vivência em uma oportunidade e não somente em uma fatalidade.

"Se pensarmos bem, a doença é um dos poucos meios socialmente aceitos de nos reservarmos em um período de retiro e reflexão, embora muitas vezes esse afastamento não seja desejado e algumas pessoas nem o aproveite, outras podem descobrir espontâneamente, livres da pressão de seus papéis habituais e "obrigações", a forma mais clara como estão levando suas vidas. Descobrimos assim, dentro de nós mesmos, uma fonte de auto conhecimento daquilo que precisamos para completar e dar significado às nossas vidas", diz Mariana.

Essa interrupção dos nossos padrões e hábitos nos dá oportunidade de rever valores, prioridades, maneiras de ser que aceitamos sem discussão, além de despertar a necessidade de compreender mais profundamente quais são essas prioridades e o que é importante para que elas aconteçam.

"A capacidade de aprender com a experiência e compaixão através do sofrimento é quase universal. As transformações positivas provocadas por experiências estressantes talvez sejam um aspecto mais singular da consciência humana e sugerem uma visão mais ampla da saúde. Portanto, pessoas que adquirem um câncer podem descobrir e se surpreender com o fato de que estão fortalecidas na sua capacidade de enfrentar crises, mobilizar recursos e viver com o desafio da doença".

Porém, é comum vermos que muitos pacientes não têm consciência do seu próprio potencial para desenvolver sua força em períodos de tensão, na verdade, nem colocam em prática esse potencial e não percebem que a eliminação de sinais e sintomas é apenas parte da solução.

Então, é preciso parar e pensar:

"Vale mais a pena jogar essa experiência para debaixo do tapete e viver uma síndrome de avestruz, que esconde a cabeça para não ver o que está acontecendo, ou usufruir de todo arsenal de experiências e aprendizados que este momento pode nos oferecer e nos dar a oportunidade de, a partir de então, abrir as portas para uma vida MAIS VIVA?
Semear é facultativo, mas a colheita é obrigatória."



Fonte: Suplemento do Jornal de Piracicaba - Bem Viver

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Entre uma sessão e outra....

Hoje o Ricardo fez mais uma quimioterapia, e enquanto aguardávamos a consulta, papo vai - papo vem, lembramos de como foi difícil o inicio...

Acho que na terceira sessão ele precisou ir amparado, estava muito debilitado, não se alimentava direito, o pouco que entrava saia rapidinho.... pensei em pegar a cadeira de rodas, mas ele preferiu meus braços...
Teve dias que pensou em desistir de tudo, outros ainda em que ele pediu pra morrer logo, e hoje após 8 meses de tratamento tudo está tão diferente, tão bom que só tenho a agradecer por toda força de vontade que ele teve em VIVER (acima de tudo e de qualquer mal estar).




Sempre firmes na FÉ!!!




Ricardo, você me orgulha toda vez que vejo em você a vontade de vencer e viver, toda vez que dentro de você essa vontade falou mais alto que qualquer pensamento ruim sobre desistir de tudo...

Estamos e continuaremos sempre juntos!!!