O coração humano projeta o caminho, mas é o SENHOR quem dirige os passos. Provérbios 16-9
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Borboletas no estomago!!!



Hoje acordei com as "borboletas no estômago", sintomas que antecedem a consulta a Oncologista...e lá estávamos pontualmente as 9:20h.

Ele irá fazer mais duas sessões e depois repetirá uma nova Tomografia, porque parece, (sinto que os médicos tem medo de se comprometer com a vida do paciente dando-lhe a esperança da cura, por isso recorro sempre ao meu DEUS que me promete sem receios e sem medo a CURA para todos os meus problemas), que a mancha da Tomo anterior parece ser uma "cicatriz" e terá que ser acompanhada mais de perto, então quem nos acompanha pode imaginar o TAMANHO da nossa ALEGRIA.

LOUVADO SEJA DEUS POR TODOS OS MILAGRES QUE VEM OPERANDO GENEROSAMENTE EM NOSSAS VIDAS!!!!

Então mais uma vez eu agradeço a DEUS:
  • Pela vida do Ricardo!
  • Por estar perto da minha família e tê-los todos em PERFEITA GRAÇA!
  • Pelo Ricardinho ter suportado como gente grande a retirada do ferro do braço;
  • Por estarmos tão perto da CURA!
  • Pelo meu SOL DO AMANHÃ!!!
Um beijo enorme a todos vocês, continuamos SEMPRE FIRMES NA FÉ!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Seja FORTE!



Seja FORTE porque:

em algum momento da vida, você se sentirá perdido,
irá descobrir que a felicidade nos chega em frações.
Que as lágrimas aparecem de surpresa.
E que a vida não espera você se encontrar,
As pessoas não vão estar presente a todo momento,
nem sempre ouvira aquilo que gostaria...
e muitas coisas vai ter que resolver sozinha...

É preciso coragem pra desafiar os gigantes da terra..
e ACREDITAR no IMPOSSÍVEL!!



domingo, 25 de setembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

Meu pai foi alcoólatra, e devido a todos os transtornos que essa doença traz com ela, minha infância foi roubada...aprendi muito cedo que a vida não era um faz de contas e que eu não era a Branca de Neve, não existiam príncipes encantados, e muito cedo conheci a bruxa malvada chamada "realidade" (a minha realidade), mas como qualquer outra criança eu também cresci. Sem amarguras, sem rancor ou magoas, aprendi a lidar com meus sonhos frustrados por ter um pai ausente mesmo estando presente...

Hoje, por motivos diferentes, vejo que o mesmo acontece com o meu filho, porque o câncer aos poucos vem roubando dele a inocência e os prazeres que toda infância deve ter, o pai já não joga mais bola, tem dores e falta de ar, muitas vezes ele corre pra ajudar o pai que vomita e cai pelo banheiro por causa da fraqueza...

Vejo a preocupação estampada em seu rosto toda vez que o pai reclama de alguma dor (mesmo que seja uma simples dor não relacionada ao câncer).

Sempre que ele fica sabendo da morte de alguém vem me perguntar se a pessoa morreu de câncer...

Eles sempre foram muito ligados um ao outro, meu filho não gosta muito de falar sobre essas coisas e eu também não sei se é bom ficar cutucando ele pra ver se tiro alguma coisa, como temos uma relação muito aberta, penso que na hora em que ele se sentir bem em falar sobre isso ele vai me procurar, mas pra não cometer erros ou cometer os mínimos possíveis, entramos com a ajuda de uma psicóloga que dará inicio as sessões em outubro.

Espero que tudo isso seja superado!!!

Sempre firmes na FÉ!!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

VOCABULÁRIO

Adeus:
É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo:
É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo:
É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade:
É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Carinho:
É quando a gente não encontra nenhuma palavra parra expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.

Ciúme:
É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Cordialidade:
É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.

Doutrinação:
É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.

Entendimento:
É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama.

Evangelho:
É um livro que só se lê bem com o coração.

Evolução:
É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.

Fé:
É quando a gente diz que vai escalar um Evereste e o coração já o considera feito.

Filhos:
É quando Deus entrega uma joia em nossa mão e recomenda cuida-la.

Fome:
É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.

Inimizade:
É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.

Inveja:
É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.

Lágrima:
É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Lealdade:
É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.

Mágoa:
É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.

Maldade:
É quando arrancamos as asas do anjo que devemos ser.

Netos:
É quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.

Ódio:
É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.

Orgulho:
É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Paz:
É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Perdão:
É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais teria.

Perfume:
É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.

Pessimismo:
É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Preguiça:
É quando entra vírus na coragem e ela adoece.

Raiva:
É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Saudade:
É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.

Sexo:
É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.

Simplicidade:
É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Sinceridade:
É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Solidão:
É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Supérfluo:
É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.

Ternura:
É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Vaidade:
É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

Fonte: Livro: O homem que veio da sombra (Luiz Gonzaga Pinheiro)