Não gosto de maquiagem...
Não uso vestido ou saia e nem sapato alto...
Evito multidões...detesto confusão...
Tenho preguiça de passar creme na pele...
Não sou muito chegada em festas...
Sou super caseira..
Não quero ter celular...
E agora que está na moda, também não tenho facebook...
Putz de que planeta será que eu vim?
O câncer, sob o olhar de uma cuidadora. Da descoberta ao tratamento, das angustias e medos a felicidade dos resultados.... Como você decide viver a vida é o que faz a diferença no momento das provações....
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sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
A velhice e sua fragilidade...
Uma das coisas que mais desejo nessa vida é chegar na minha velhice (sinal de que terei vivido muitoooooooo). Envelhecer de mãos dadas com o Ricardo, acompanhar todo o processo de crescimento do meu filho, poder sonhar com o dia de sua formatura e quem sabe seu casamento, e porque não a casa cheia de netos?
Mas ao mesmo tempo que a alegria desses pensamentos toma conta de mim, me pego preocupada com a fragilidade que a velhice traz com ela, e hoje (ontem) voltando do almoço ao trabalho, me deparei com uma senhora que caminhava sozinha com a perna enfaixada (talvez por causa de alguma ferida) e com uma grande dificuldade para andar, me entristeci, penso que a solidão quando é uma opção é algo que tem suas vantagens, mas quando ela nos é colocada pelo abandono é algo muito triste.
Então junto com o meu maior desejo de poder chegar a velhice, peço a DEUS que me permita chegar nela, rodeada de pessoas amadas e queridas que ao longo dessa minha juventude amadurecida fui conquistando e cultivando a cada dia...e que o abandono passe muito longe de mim. Que até o meu ultimo suspiro eu esteja lúcida e caminhando com minhas próprias pernas.
A vitalidade do corpo, a vida agitada, os muitos compromissos, as múltiplas possibilidades, tudo faz com que esse tempo da vida seja naturalmente dinâmico.
Mas ao mesmo tempo que a alegria desses pensamentos toma conta de mim, me pego preocupada com a fragilidade que a velhice traz com ela, e hoje (ontem) voltando do almoço ao trabalho, me deparei com uma senhora que caminhava sozinha com a perna enfaixada (talvez por causa de alguma ferida) e com uma grande dificuldade para andar, me entristeci, penso que a solidão quando é uma opção é algo que tem suas vantagens, mas quando ela nos é colocada pelo abandono é algo muito triste.
Então junto com o meu maior desejo de poder chegar a velhice, peço a DEUS que me permita chegar nela, rodeada de pessoas amadas e queridas que ao longo dessa minha juventude amadurecida fui conquistando e cultivando a cada dia...e que o abandono passe muito longe de mim. Que até o meu ultimo suspiro eu esteja lúcida e caminhando com minhas próprias pernas.
A velhice e as perdas naturais
A juventude é um período que favorece muitas fugas.
A vitalidade do corpo, a vida agitada, os muitos compromissos, as múltiplas possibilidades, tudo faz com que esse tempo da vida seja naturalmente dinâmico.
A impulsividade é a marca dessa fase.
Com o passar do tempo, essa dinâmica vai se transformando.
Vamos ficando mais lentos, mais criteriosos, e o leque que antes era formado de inúmeras possibilidades vai se tornando mais estreito.
São as estações da vida e suas mudanças constantes.
São os encaminhamentos naturais do tempo a nos conduzir.
No poema “Pedido de adoção”, da escritora mineira Adélia Prado ela identifica na personagem a saudade de ter a mãe.
Esta orfandade é reconhecida no auge da velhice, momento da vida em que os limites a aprisionam fazendo-a querer os mesmos cuidados que as crianças.
O sentimento da orfandade lhe confere a coragem de querer o retorno no tempo, de driblar a crueza de sua idade e reivindicar o direito de ter um colo onde deitar a cabeça e receber os cuidados maternos.
Destino inevitável que os pés humanos encontrarão ao longo da existência.
Não há outro jeito.
É regra da vida.
Envelhecer é um processo natural.
Durante esse percurso viverá as diversas fases da vida, extraindo de cada uma delas suas possibilidades e seus limites.
(Trecho do livro "Quando o sofrimento bater à sua porta" de padre Fábio de Melo)
Fonte: Texto copiado do Blog Rainha da Paz
quarta-feira, 28 de março de 2012
Alguém pode me explicar?
De ante mão, já peço desculpas pela minha ignorância...
Mas alguém pode me explicar se existe algum outro motivo, que não seja o de irritar aquelas palavrinhas que vem abaixo dos textos de publicação dos comentários nos blogs?
Se não bastasse uma agora são duas, e as belezinhas ainda vem com a imagem nublada..... e nem sempre eu consigo entende-las.....prove que você não é um robô!!!
Forte abraço a todos!!!
Mas alguém pode me explicar se existe algum outro motivo, que não seja o de irritar aquelas palavrinhas que vem abaixo dos textos de publicação dos comentários nos blogs?
Se não bastasse uma agora são duas, e as belezinhas ainda vem com a imagem nublada..... e nem sempre eu consigo entende-las.....prove que você não é um robô!!!
Forte abraço a todos!!!
segunda-feira, 26 de março de 2012
Ricardo começou sentir um pouquinho de falta de ar, embora lute em teimar comigo que não está nervoso, o conheço muito bem e sei que está nervoso e preocupado...
Também sei que isso faz parte do tratamento, estou tranquila porque nada vai abalar a certeza que tenho na CURA, a certeza que tenho no DEUS maravilhoso que me habita!!!
Sempre firmes na FÉ!
Uma semana iluminada a todos!!!
Também sei que isso faz parte do tratamento, estou tranquila porque nada vai abalar a certeza que tenho na CURA, a certeza que tenho no DEUS maravilhoso que me habita!!!
Sempre firmes na FÉ!
Uma semana iluminada a todos!!!
sexta-feira, 23 de março de 2012
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